Corre e pula pela mata
Vai atrás dos teus sonhos infantis
Que eu seguro a roda armada
Formada por desejos varonis
É que eu me sinto feito um passarinho
No teu dedo, sem querer voar
É que eu me sinto feito peixe no rio
Nas tuas mãos, sem poder nadar
Vai e volta num instante
Imagino, o que vai ser quando crescer
Seus olhos lindos penetrantes
Oblíquos que só pensam em me render
É que eu me sinto feito um passarinho
No teu dedo, sem querer voar
É que eu me sinto feito peixe no rio
Nas tuas mãos, sem poder nadar
Canção inspirada no conto "Venha Ver o Pôr-do-Sol" de Lygia Fagundes Telles.
http://www.beatrix.pro.br/index.php/venha-ver-o-por-do-sol-lygia-fagundes-telles/
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Ti presenteei
Há um novelo entre nós
Desenvolvendo em vós
Desaba o mundo
Ficou no fundo
O preço que eu paguei
Desaba o mundo, não
Ficou no fundo
O preço que eu paguei
Maternidade é sua fã
Filho da terra de Iansã
Não tenho cruzes
Nem o costume
De dizer sou rei
Não tenho cruzes, não
Nem o costume
De dizer sou rei
Desponto em avenidas
Nem sempre andei na linha
Perdido no oco do mundo
Um raso poço, profundo
Nem sempre fui bailarina
Dançando feliz da vida
Nem sempre fui humano
Às vezes boneco de pano
Apelo a Deus, se pequei
Mas cofesso
Ti presenteei
Sinto latente o poder
Tangível sempre em teu ser
Não dissimule
Nem me torture
Se eu tiver você
Não dissimule, não
Nem me torture
Se eu tiver você
Há quantas guerras impedirei
De quantos beijos desviarei
Falsos consumes
Falhos arrumes
A vida retardei
Falsos consumes, não
Falhos arrumes
A vida retardei
Desponto em avenidas
Nem sempre andei na linha
Perdido no oco do mundo
Um raso poço, profundo
Nem sempre fui bailarina
Dançando feliz da vida
Nem sempre fui humano
Às vezes boneco de pano
Apelo a Deus, se pequei
Mas cofesso
Ti presenteei
Desenvolvendo em vós
Desaba o mundo
Ficou no fundo
O preço que eu paguei
Desaba o mundo, não
Ficou no fundo
O preço que eu paguei
Maternidade é sua fã
Filho da terra de Iansã
Não tenho cruzes
Nem o costume
De dizer sou rei
Não tenho cruzes, não
Nem o costume
De dizer sou rei
Desponto em avenidas
Nem sempre andei na linha
Perdido no oco do mundo
Um raso poço, profundo
Nem sempre fui bailarina
Dançando feliz da vida
Nem sempre fui humano
Às vezes boneco de pano
Apelo a Deus, se pequei
Mas cofesso
Ti presenteei
Sinto latente o poder
Tangível sempre em teu ser
Não dissimule
Nem me torture
Se eu tiver você
Não dissimule, não
Nem me torture
Se eu tiver você
Há quantas guerras impedirei
De quantos beijos desviarei
Falsos consumes
Falhos arrumes
A vida retardei
Falsos consumes, não
Falhos arrumes
A vida retardei
Desponto em avenidas
Nem sempre andei na linha
Perdido no oco do mundo
Um raso poço, profundo
Nem sempre fui bailarina
Dançando feliz da vida
Nem sempre fui humano
Às vezes boneco de pano
Apelo a Deus, se pequei
Mas cofesso
Ti presenteei
sábado, 9 de abril de 2011
Por não tê-la
Tudo remete a você
Meu coração quer se refazer
Meu caso é estupido
Meus olhos paralisam por um segundo
Estou aqui de novo
Pedindo por socorro
Meu caso é estupido
Meus olhos paralisam por um segundo
Estou aqui de novo
Pedindo por socorro
Rasgue ou queime antes de ler
Você não fez por merecer
É um tiro no escuro
Suponho coisas a todo segundo
Perdoe meu transtorno
Eu só queria ter você de novo
É um tiro no escuro
Suponho coisas a todo segundo
Perdoe meu transtorno
Eu só queria ter você de novo
Meu coração quer se refazer
Meu caso é estupido
Meus olhos paralisam por um segundo
Estou aqui de novo
Pedindo por socorro
Meu caso é estupido
Meus olhos paralisam por um segundo
Estou aqui de novo
Pedindo por socorro
Rasgue ou queime antes de ler
Você não fez por merecer
É um tiro no escuro
Suponho coisas a todo segundo
Perdoe meu transtorno
Eu só queria ter você de novo
É um tiro no escuro
Suponho coisas a todo segundo
Perdoe meu transtorno
Eu só queria ter você de novo
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